segunda-feira, 30 de agosto de 2010

AS TRÊS ATITUDES DE JÓ ANTE A SITUAÇÃO ADVERSA

Jó 1.20,21 - Então Jó se levantou, e rasgou o seu manto, e rapou a sua cabeça, e se lançou em terra, e adorou. E disse: Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o SENHOR o deu, e o SENHOR o tomou: bendito seja o nome do SENHOR.  

Introdução: Fortalecendo a fé através da adoração

  • Fortalecer: Tornar forte, robustecer, fortificar/ munir de meios de defesa/ encorajar
  • Adversidade: Contrariedade, infortúnio

Ec 7:14 - No dia da prosperidade goza do bem, mas no dia da ADVERSIDADE considera; porque também Deus fez a este em oposição àquele, para que o homem nada descubra do que há de vir depois dele. 
Aflição: 
Estado de profunda tristeza ou mágoa:

  • Jó 10:15 - Se for ímpio, ai de mim! E se for justo, não levantarei a minha cabeça; farto estou da minha ignomínia; e vê qual é a minha AFLIÇÃO, 

Agonia, desgosto:

  • Jó 30:27 - As minhas entranhas fervem e não estão quietas; os dias da AFLIÇÃO me surpreendem. 

Grande preocupação ou inquietação:

  • Jó 30:16 - E agora derrama-se em mim a minha alma; os dias da AFLIÇÃO se apoderaram de mim. 

Ansiedade, angustia:

  • Jó 3. 25 Porque aquilo que temia me sobreveio; e o que receava me aconteceu. 


I. LEVANTAR-SE (Decisão) 
"Então Jó se levantou..."
"Não vou ficar prostrado diante da adversidade"
Esta atitude: "ME TORNA FORTE"

  • 1.22 "Em tudo isto Jó não pecou, nem atribuiu a Deus falta alguma. "
  • Sl 27:5 - Porque no dia da ADVERSIDADE me esconderá no seu pavilhão; no oculto do seu tabernáculo me esconderá; pôr-me-á sobre uma rocha. 

1. Me levanto na certeza de que Deus sempre está e estará no controle de toda e qualquer situação

  • Sl 32:7 - Tu és o lugar em que me escondo; tu me preservas da angústia; tu me cinges de alegres cantos de LIVRAMENTO. 
  • Sl 50:15 - E invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei e tu me glorificarás. 

2. Me levanto com convicção de que na aflição Deus esta me ensinando alguma coisa

  • Sl 119:71 - Foi-me bom ter sido AFLIGIDO, para que aprendesse os teus estatutos. 
  • Sl 119:67 - Antes de ser AFLIGIDO andava errado; mas agora tenho guardado a tua palavra.
  • Sl 34:19 - Muitas são as AFLIÇÕES do justo, mas o SENHOR o livra de todas. 
  • Jó 2.10 "....receberemos o bem de Deus, e não receberíamos o mal? Em tudo isto não pecou Jó com os seus lábios. "

3. Me levanto porque sei que a presente situação angustiosa é passageira é logo eu terei de Deus o "melhor" 

  • Jó 42.12 "E assim abençoou o SENHOR o último estado de Jó, mais do que o primeiro..."
  • Rm 8:18 - Porque para mim tenho por certo que as AFLIÇÕES deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada. 
  • IPe 4:13 - Mas alegrai-vos no fato de serdes participantes das AFLIÇÕES de Cristo, para que também na revelação da sua glória vos regozijeis e alegreis. 

II. RASGAR O MANTO/RAPAR A CABEÇA - (Humilhação )
"...e rasgou o seu manto, e rapou a sua cabeça..."
Esta Atitude: "ME MUNI DE MEIOS DE DEFESA"

  • Ef 6:13 - Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no DIA MAU e, havendo feito tudo, ficar firmes. 

 "Vou me entregar aquele que tem condições de me socorrer"

  • Jó 30:28 - Denegrido ando, porém não do sol; levantando-me na congregação, clamo por SOCORRO. 

1. Posso esperar no "tempo" do meu Deus.

  • Sl 60:11 - Dá-nos auxílio na angústia, porque vão é o SOCORRO do homem.  / IPe 5:6 - HUMILHAI-VOS, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte; 

2. Posso acreditar no Auxílio do meu Deus.

  • Sl 121:2 - O meu SOCORRO vem do SENHOR que fez o céu e a terra. 

3. Posso prostrar-me diante do meu Deus.

  • Sl 132:7 - Entraremos nos seus tabernáculos; prostrar-nos-emos ante o escabelo de seus pés. 
  • Is 31:1 - AI dos que descem ao Egito a buscar SOCORRO, e se estribam em cavalos; e têm confiança em carros, porque são muitos; e nos cavaleiros, porque são poderosíssimos; e não atentam para o Santo de Israel, e não buscam ao SENHOR. 


III. LANÇAR-SE EM TERRA - (Adoração)
"...e se lançou em terra, e adorou"
Esta atitude:  "ME ENCORAJA"
"Vou viver a vitória antes mesmo que ela aconteça"

  • Jó 36:15 - Ao aflito livra da sua AFLIÇÃO, e na opressão se revela aos seus ouvidos. 


Mensagem pregada no dia 28/08/2010 Missão Batista Vale das Benção em Olavo Bilac
(Festa pelo 7° Aniversário da Missão em Olavo Bilac/ Pr Dir. Claudio de Campos Freitas)
Tema: Fortalecendo a fé através da adoração Jó 1.20,21

domingo, 22 de agosto de 2010

ESTUDO BÍBLICO - A ECONOMIA DE DEUS


Texto Básico: Dt 6.4 - Ouve, Israel, o SENHOR nosso Deus é o único SENHOR.
Texto Devocional: Is. 43.10 - Vós sois as minhas testemunhas, diz o SENHOR, e meu servo, a quem escolhi; para que o saibais, e me creiais, e entendais que eu sou o mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá.   



INT. Economia significa harmonia entre partes e o todo. Quando pensamos na "economia" de Deus, estamos nos referindo ao fato de que Deus, apesar de ser único, existe de maneira harmônica em três pessoas distintas, o que teologicamente chamamos de doutrina da Trindade de Deus. 
DEFINIDO O TERMO: Deus existe eternamente como três pessoas - Pai, Filho e Espírito Santo - e cada pessoa é plenamente Deus, e existe só um Deus. Trindade, portanto é: A união das três pessoas - Pai, Filho e Espírito Santo - formando um só Deus. Um Deus que é ao mesmo tempo uno e trino (Mt 3.13-17; 28.19; 2Co 13.13). 

ESCLARECENDO O ARGUMENTO: A palavra "trindade" não existe na Bíblia, ela é um termo teológico, extrabíblico utilizado para designar aquilo que é revelado nas Escrituras, e que começou a ser utilizada por Tertuliano, no inicio do século III, em sua obra "Adversus Praxeas" Tertuliano utilizou o termo latino "trinitas". No entanto, a doutrina da "Trindade"  está fortemente enraizada, e a idéia está explícita em toda a Bíblia.

DESVENDADO O TERMO NA HISTÓRIA


Para entendermos o termo "trindade" precisamos conhecer um  pouco da história da Igreja, e alguns outros termos que ao longo da história acabaram servindo de estopim para que o termo trindade viesse a ser usado e até mesmo aceito pela Igreja. MONARQUIANISMO - este termo foi primeiramente usado por Tertuliano com referência àqueles que procuravam enfatizar que Deus era somente Um, soberano monarca, e que a doutrina da trindade era errônea. Entre eles dividiam-se:


1. MONARQUIANISTAS DINÂMICOS - Negavam a divindade de Jesus Segundo seus ensinamentos, Jesus era apenas um mero homem que foi "adotado" de uma maneira especial por Deus. (Esta heresia também é chamada de adocionismo, e foi condenada no Concílio de Antioquia em 268 d.C.)

2. MONARQUIANISTAS MODALISTAS - Ensinavam que Jesus era Deus, mas que Ele era a única Pessoa da Trindade. Segundo eles, a trindade se manifestava em vários modos sucessivos. Eles identificavam Jesus como sendo a mesma pessoa do Pai, em uma manifestação diferente. (Esta heresia foi também chamada no Ocidente de Patripassionismo - do latim Pater, Pai e passus, sofrer - pois resultava no ensinamento que o Pai sofreu na cruz, já que o Pai e o Filho eram a mesma pessoa - No Oriente esta heresia era chamada de Sabelianismo, porque foi divulgada por Sabélio, excomungado por sua heresia no ano 220 d.C.) Essa doutrina foi combatida por Tertuliano, e foi nesse contexto que pela primeira vez usa o termo trinitas argumentando que Deus é uma Trindade na qual existe uma só essência e ao mesmo tempo três pessoas.  

CONTEXTUALIZANDO O TERMO NA HISTÓRIA

A controvérsia Trinitariana impulsionou os concílios de Nicéia (325 d.C.) e Constantinopla (381 d.C.), que definiram o entendimento da Igreja com relação ao ensinamento bíblico sobre quem era Jesus. As controvérsias posteriores referiam-se a questões sobre o relacionamento entre a divindade e a humanidade de Jesus. Dentre as muitas heresias que surgiram neste tempo, destacamos três:

ARIANISMO - Negou a natureza divina de Cristo - Arius era um bispo em Alexandria que negou que Cristo fosse Deus (a Segunda Pessoa da Trindade). Arius ensinava que Jesus era divino, mas de uma divindade subordinada ao Pai. Ele era um pregador dinâmico e famoso, tendo personalidade atraente, chegou a inventar um slogam sobre Cristo que se tornou famoso:  "Houve um tempo quando ele não existia" Seus ensinamentos, porém, logo causaram consternação levando o Imperador Constantino, no ano de 325,  a convocar um Concílio, ou Sínodo, em Nicéia, no qual os bispos de todo o império, cerca de 250 a 300, compareceram para avaliar estes ensinamentos e formular um entendimento universal sobre as doutrinas bíblicas sobre o assunto. O objetivo principal era produzir um documento que definisse a crença ortodoxa sobre Deus e sobre Jesus. Para isso, era preciso que se usasse linguagem teológica e técnica - e não somente termos bíblicos - para as definições. os hereges usavam termos bíblicos, fora do contexto, para defenderem suas próprias teses. desse modo o concílio decidiu usar a palavra grega "homoousios" - significando "da mesma essência" - para definir a relação de Jesus e Deus, tendo como mais hábil defensor, desta doutrina ortodoxa, Atanásio, que se tornou bispo da Alexandria em 328, coma excomungação de Ário pelo Imperador.  Após vários imperadores terem sucedido Constantino que morreu em 337, em 379 Teodósio, tornou-se imperador. Como defensor da ortodoxia Nicena, convocou outo concílio na capital do Império, em Constantinopla em 381 que expandiu e revisou o Credo de 325 e ratificou a doutrina Nicena.

NESTORIANISMO - Negou a união das naturezas de Cristo - Nestório era um dos mais importantes líderes eclesiástico do 5° século, foi acusado de ensinar que as duas naturezas de Jesus (humana/divina) eram tão separadas a ponto de ele ser duas pessoas. Nestório argumentou que Maria deu luz ao filho de Deus, e não a Deus, ela deu luz a natureza humana de Jesus, não a natureza divina, que é eterna. Cirilo, bispo da Alexandria, foi o opositor mais ferrenho de Nestório. Um Concílio foi convocado na cidade de Éfeso em 431 d.C., e o ensinamento atribuído a Nestório foi condenado. O concílio oficialmente declarou que Jesus tem duas naturezas, mas é uma só pessoa.

EUTIQUIANISMO - Negou a distinção das naturezas de Cristo - Eutíques, monge de Constantinopla começou a ensinar uma heresia no extremo oposto, segundo ele, Jesus não só era uma só pessoa, mas ele também tinha uma só natureza, e não duas. (Essa heresia foi chamada de monofitismo - mono, um - physis, natureza) A única natureza de Jesus, segundo eles, era a divina, que absorveu a natureza humana, divinizando-a. O Eutiquianismo foi condenado como heresia no Concílio de Calcedônia em 451 d.C. A formula dotada no concílio apresentou quatro qualificações que se tornaram a definição clássica sobre a relação entre as duas naturezas - A fórmula diz que existe um único Cristo, que possui duas naturezas, não confusas e não transformadas, não divididas, não separadas, pois a união das naturezas não suprimiu as diferenças; antes, cada uma das naturezas conservou as suas posteridades e se uniu com a outra numa única pessoa e numa única hipóstase (ou essência).  

VASCULHANDO A BÍBLIA E EXPLICITANTO A DOUTRINA

Tendo o entendimento que o nome "Trindade" não se encontra nas Escrituras, mas que a doutrina da Trindade está explícita em toda a Bíblia,  dizemos pela Bíblia que no que concerne a divindade  de Deus Filho, refere-se, por exemplo, a Sua Onisciência (Cl 2.3), Sua Onipotência (Mt 28.18), a sua Onipresença (Mt 28.20), ao fato de perdoar pecados (Mc 2.5-7; Is 1.18), e de ser doador da vida (JO 10.28), em íntima unidade porém diferenciando as pessoas (JO 17.21,22)


No que concerne a  divindade Do Espírito Santo reportamos-nos aos textos bíblicos que claramente:Chama-O de Deus (At.5,3,4), demonstram sua Onisciência (1Co 2.10,11), sua Onipotência (1Co 12.11), sua Onipresença (JO 14.10), chama-o de "Espírito de Verdade" (JO 16.13), de "Espírito de Vida" (Rm 8.2). Prerrogativas que tais, como apresentadas para Deus-Filho, segundo a bíblia são únicas e exclusivas de Divinas.




No que concerne a personalidade do Espírito Santo, assunto que foi muito debatido ao longo dos primeiros séculos do cristianismo, é comum referir-se aos atributos que, tal como no A.T. são aduzidos para a personalidade do Deus YHVH cuja divindade e personalidade nunca foram alvo de críticas substanciadas entre os cristãos - testemunham o seu caráter pessoal, o fato de que o Espírito Santo: 

Guia, fala, declara e ouve - Jo 16.13 - Mas, quando vier aquele, o Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir.  
  • Ama - Rm 15.30 - E rogo-vos, irmãos, por nosso Senhor Jesus Cristo e pelo amor do Espírito, que combatais comigo nas vossas orações por mim a Deus;  
  • Clama - Gl 4.6 - E, porque sois filhos, Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai.  
  • Toma decisões/ administra - 1Co 12.11 - Mas um só e o mesmo Espírito opera todas estas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer.  
  • Pode ser contristado - Ef 4.30 - E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção 
  • Implora e Intercede - Rm 8.26 - E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.  
  • Ensina - Lc 12.12 - Porque na mesma hora vos ensinará o Espírito Santo o que vos convenha falar.  
  • Pode ser resistido - At 7.51 - Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; assim vós sois como vossos pais.  
  • Proíbe/ põe obstáculos - At 16.6 - E, passando pela Frígia e pela província da Galácia, foram impedidos pelo Espírito Santo de anunciar a palavra na Ásia.  
  • Ordena, dirige e dá testemunho - At 8.29,39; 20.23. 
  • Designa, comissiona - At 20.28 - Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue.  
  • É mencionado entre outras pessoas - At 15.28 - Na verdade pareceu bem ao Espírito Santo e a nós, não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias:  





EMBASANDO A DOUTRINA NO ANTIGO TESTAMENTO.
1° PLURALIDADE EM ELOHÍM.


Gn 1.26-27 - E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança;...E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.  - Deus se apresenta no singular e faz o homem no plural


Conferir: Jo 1.1; Cl 1.16,17; Hb 1.10
Outros Textos: Gn 3.22; 11.7-9; Is 6.8

Conclusão: Tanto o Pai, como o Filho, como o Espírito Santo é o Deus uno, apresentando assim o termo Deus no singular e as pessoas no plural. 


a) O Pai é Deus - Ef 4.6
b) O Filho é Deus - 1Jo 5.20
c) O Espírito Santo é Deus - At 5.3



2° UNIDADE COMPOSTA

Dt 6.4 - Ouve, Israel, o SENHOR nosso Deus é o único SENHOR. 



Os unissistas (unitários) entendem que este verso exclui o Filho da divindade e da unidade com o Pai. Nos trinitarianos, cremos no único Deus YHVH, pois a palavra hebraica originalmente usada para chamar YHVH de "único" é "echad" (pronuncia: "errad"), que é a palavra usada para expressar a unidade composta. quando se deseja expressara a unidade absoluta, a palavra é "yachid" (pronuncia: yarrid)

Exemplos:


a) Gn 2.24 - "uma carne" - echad - Unidade composta - Marido e mulher são pessoas distintas, porém no plano espiritual, seus corpors são unos.
b) Gn 26.6 - "Um tabernáculo" - echad  -  Unidade das cortinas
c) Gn 41.25 - "o sonho é um só" - echad   - dando conotação de que Faraó tivera dois sonhos em um, ou um sonho sobre um "evento"  com duas personificação que diziam a mesma verdade.

EMBASANDO A DOUTRINA NO NOVO TESTAMENTO

A revelação da Triunidade de Deus no A.T. não é tão clara quanto no N.T. Os textos bíblicos, respeitando seus contextos, mostram sempre juntos o Pai, o Filho e o Espírito Santo - Levando em conta que Deus é único (Is 43.10) e que não partilha a sua glória com ninguém (Is 42.8; 48.11), Notamos como O Pai, O Filho e o Espírito Santo são postos em pé de igualdade.

·         Mt 28.19 - ...batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;
·         Lc 3.22 - E o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea, como pomba; e ouviu-se uma voz do céu, que dizia: Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo.
·         2Co 13.13 - A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vós. Amém.
·         1Pe 1.1,2 - PEDRO, apóstolo de Jesus Cristo... Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo...

OUTRAS REFERÊNCIAS: Rm 8.14-17; 15.16,30; 1Co 2.10-16; 6.1-20; 2Co 1.21,22; Ef 1.3-14; 2Ts 2.13,14; Tt 3.4-6; Jd 20,21; Ap 1.4.  







OPERAÇÕES E FUNÇÕES DAS PESSOAS DA TRINDADE.
As Três pessoas da Trindade estabelecem uma comunhão e união perfeita, formando um só Deus, e constituem um perfeito modelo transcendente para as relações interpessoais. Elas possuem a mesma natureza divina, a mesma sabedoria, poder, bondade e santidade, mas, em algumas vezes, certas atividades são mais reconhecidas em uma pessoa do que em outra. As funções, suas principais atividades desempenhadas e o seu modo de operar está registrado nas Escrituras e claramente resumido no Credo Niceno-Constantinopolitano, o credo oficial de muitas denominações cristãs.



1. DEUS  PAI - Não foi criado nem gerado. É o "principio e o fim, princípio sem princípio" da vida e está em absoluta comunhão com o Filho e com o Espírito Santo. foi o Pai quem enviou seu Filho, Jesus Cristo, para salvar-nos da morte espiritual, pelo sacrifico vicário. Isto revela o amor infinito de Deus sobre os homens e o não abandono aos seus filhos adotivos. O Pai, a primeira pessoa da Trindade, é considerado como Pai eterno e perfeito. É atribuído a esta pessoa divina a criação do mundo.

2. DEUS FILHO - Procede do Pai e é eternamente consubstancial (pertence a mesma natureza e substância) a Ele. Não foi criado pelo Pai, mas gerado na eternidade da substância do Pai. encarnou-se em Jesus de Nazaré, assumindo a natureza humana. O Filho, a segunda pessoa da Trindade, é considerado como Filho Eterno, com todas as perfeições divinas; a Ele é atribuída a redenção (salvação) do mundo.

3. DEUS ESPÍRITO SANTO - Procede do Pai e do Filho, sendo por estes espirado. Esta pessoa divina personaliza o Amor íntimo e infinito de Deus sobre os homens, segundo a reflexões de Agostinho. Manifestou-se primeiramente no bastimo e na transfiguração de Jesus e plenamente revelado no dia de Pentecostes. Habita nos corações dos fiéis e estabelece entre estes e Jesus uma comunhão íntima, tornando-os unidos num só corpo. O  Espírito Santo, a terceira pessoa da Trindade, e considerado como puro anexo de amor. Atribui-se a esta pessoa divina a santificação da Igreja e do mundo com seus dons. 

ESCLARECENDO CONCEITOS MAL INTERPRETADOS.

Alguns grupos se perdem na terminologia das Escrituras, dando significados errôneos a certos termos aplicados ao Senhor Jesus, como por exemplo:

1. PRIMOGÊNITO - Cl 1.15 - O qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação -  O termo Primogênito é um título que indica preeminência ou primazia, apontando assim para a soberania de Cristo sobre a criação, nada tendo a ver com "primeiro criado" ou "primeiro de uma série"
2. UNIGÊNITO - Jo 3.16 - Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito... - Este título fala da singularidade de Jesus, o eterno Filho de Deus. Ele é Único, não há ninguém semelhante a Ele (Jd 4)
3. PRINCIPIO DA CRIAÇÃO - Ap 3.14 - ...Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus - A palavra grega "arché" traduzida por "principio" em muitas traduções da Bíblia, também significa "governador", "soberano" , "origem" . Assim, já que diversas passagens bíblicas atestam a eternidade de Jesus, posto ser Ele o criador e sustentador de todas as coisas (Cl 1.16,17; Hb 1.3)  fica evidente entender arché  como o "Primeiro de uma série"
4. FILHO DE DEUS - Mc 1.1 - PRINCÍPIO do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus  Esse termo geralmente é usado para indicar inferioridade do filho em relação ao pai No caso de Jesus, isto não pode ser aplicado, pois Ele é chamado de:
a) Filho de Maria - Mc 6.3 - Sentido biológico
b) Filho de Davi - Mc 10.48 - Sentido de linhagem
c) Filho do Homem - Mc 25.31 - Sentido de humanidade


Assim, o título, Filho de Deus, indica que Ele é participante da mesma natureza divina da qual o Pai também participa. 

Fontes de consultas:
www.winkipédia.org
www.agir.org.br
Revista EBD Editora Cristã Evangélica

domingo, 15 de agosto de 2010

ESTUDO BÍBLICO - ESCATOLOGIA







ESCATOLOGIA
PARTE FINAL
Lição 4 
A VINDA DE JESUS EM GLÓRIA.

Introdução: Quando Jerusalém estiver cercada pelo exército das nações confederadas a besta, e os judeus estiverem sem mais esperança de salvação, a ponto de serem tragados, estão clamarão angustiados a Deus. Dessa oração, fala o profeta Isaías em 64.8-12. É nessa situação crítica de Israel que o Senhor Jesus descerá em socorro ao seu povo, sobre os Monte das Oliveiras, em Jerusalém (Is 52.8; Mt 24.30). a Vinda de Jesus em Glória será seguida de cataclismos e morticínios mundiais e sobrenaturais (Is 24.40). Em Dn 2. 34.35,44,45, por quatro vezes é dito que o reino do mundo foram esmiuçados pleo impacto da pedra que desceu da montanha. Esta pedra representa a figura de Cristo na sua segunda vinda (Mt 21.44).

I. A BATALHA DO ARMAGEDON. ZC 12.3,9.
O termo “Armagedon” significa “Monte de Megido”. Trata-se de um local ao norte de Israel onde se travará a batalha final. Esse lugar tem sido famoso como campo de batalha da história, dado a sua posição estratégica que ocupa. Aí concentrar-se-ão as forças das nações em guerra contra Deus e Israel (Ap 16.13-16).  Do Armagedon, o Anti-cristo lançará seu ataque contra os judeus, e avançará sobre Jerusalém. A batalha visa a exterminação do povo judeu, pois o Diabo sabe que os planos futuros de Deus estão relacionados com Israel, quanto ao mundo (Jr 31.35,36; 46.48; Am 4.14,15). Os judeus lutarão heroicamente (Zc 14.14), e a batalha durará um dia (Zc 14.6,7). A ação destruidora e sobrenatural com repentina aparição de Jesus, em Jerusalém, causará completo destroço nos exércitos atacantes, tanto nos que estiverem em ação contra a cidade como no grosso das tropas e seu material de guerra concentrado no Armagedon (Zc 14.16). Ao virem Jesus, os do remanescente de Israel, exclamarão arrependidos e aliviados: “Bendito o que vem em nome do Senhor” (Mt 23.38,39). Os judeus clamarão pelo verdadeiro Messias (Zc 12.10,11). O próprio Senhor Jesus combaterá contra o anticristo e seu exército, e os vencerá (Ap 17.14; 19.17-21). Com a Vinda de Jesus em Glória, o anticristo e o Falso Profeta serão lançados no Lago de Fogo, que é o inferno final (2Ts 2.8; Is 59.20,21). Já o “dragão” que é Satanás, será acorrentado por mil anos. O remanescente judaico, expurgado e arrependido, reconhecerá Jesus como Messias e Redentor prometido, e, em escala nacional, todos o aceitarão, chorando (Is 4.3; Is 59.20,21; 11.25-27). 

2. O JUÍZO DAS NAÇÕES – AP 20.11-15.
Devido as constantes guerras e cataclismo sobrenaturais que desabarão sobre a terra por ocasião da Grande Tribulação, a população mundial estará bem reduzida. O julgamento das nações descrito em Mt 25.31-34, 41,46, será apenas a consumação daquilo que já começou muito antes, sob selos, trombetas e juízos divinos. O juízo da nações não é de indivíduos. O grego diz “panta ta ethne” - todas as nações. Certamente as nações comparecerão mediante seus representantes. O propósito deste juízo será determinar quais nações serão poupadas e ingressarão no milênio (Zc 14.16). Conforme Mt 25, haverá três classes de nações nesse juízo: 

  • Ovelhas – Povos pacíficos, amigos e protetores de Israel.

  • Bodes – Povo sanguinário, perseguidores de Israel.

  • Irmãos – Possivelmente os judeus – Mt 28.10.
Somente bodes e ovelhas serão julgados. A base do juízo será a maneira como essas nações trataram os “irmãos” (Mt 25.41-43; Jl 3.2). o juízo ocorrerá num lugar chamado de “Vale de Josafá” (Jl 3.2,12). Esse vale é até hoje desconhecido, nunca existiu. Possivelmente se formará pelo fenômeno sobrenatural de Zc 14.4, no momento em que Jesus descer a terra. Os povos tipo bode serão lançados vivos no inferno, como ocorreu em Armagedon com a besta o falso profeta e os que a adoraram (Mt 25.41-46). os povos tipo ovelhas, ingressarão no milênio. (Mt 24.34.

II. O REINADO DE CRISTO NA TERRA. Ap 20.2-6
A palavra “milênio” deriva do grego “milleniun” referindo-se a última dispensação que haverá sobre a terra. O milênio é o maravilhoso reinado de Cristo terra. É importante observar que os mil anos não será o período de duração do reinado de Cristo, já que a Bíblia afirma que seu reinado não terá fim (Lc 1.31,32), mas será o período em que Satanás estará preso (Ap 20.2). O milênio iniciará logo após a Vinda de Jesus em Glória, quando Ele em companhia de todos os santos, houver aniquilado o dragão, o anti-cristo e o falso profeta (Ap 19.11-21). no inicio de seu ministério Jesus revelou a plataforma do seu governo, apresentando uma legislação toda superior. No sermão do Monte (Mt 5-7) encontramos alguns propósitos de milênio:

  • Fazer convergir a Cristo todas as coisas – Ef 1.10

  • Estabelecer a justiça e a paz na terra – 1Co 15.24-28

  • Fazer convergir no milênio todas as alianças da Bíblia – Ef 1.10

  • Fazer Israel ocupar toda a terra que lhe pertence – Is 11.10-12

  • Cumprir as profecias a respeito do Reino do Messias – Dn 9.24
O milênio será uma teocracia (Is 1.26; Sl 72.8-11), isto é, Cristo reinará diretamente através de seus representantes. Todos os reinos do mundo estarão sob o senhorio de Cristo (Fp 2.10,11). Com o estabelecimento do milênio findará toda e qualquer supremacia predominante de nações, com exceção de Israel (Zc 14.9). A Igreja integrará a administração de Cristo, todavia, será um reino com predominância judaica. Jesus reinará sobre Israel através de seus apóstolos, conforme promessa feita em Mt 19.28, e reinará sobre os gentios certamente através da Igreja. (Is 16.5). haverá dois grupos de povos distintos que participarão do milênio:

  • Crentes glorificados – Consiste dos salvos do AT e do NT mais a Igreja e os crentes oriundos da Grande Tribulação. Estando “glorificados”  não serão limitados somente a terra. Terão o constante privilégio de acesso ao Trono do Pai.

  • Os povos naturais, em estado físico normal, vivendo na terra – Os judeus salvos saídos da Grande Tribulação e os gentios poupados no julgamentos das nações e o povo que nascerem neste período.
III. A ÚLTIMA REVOLTA DE SATANÁS.
No momento final da Grande Tribulação, o anti-cristo, chefiando todas as nações do mundo, avançará para exterminar israel e lutar contra Deus. O Senhor Jesus, descerá do céu e destruirá todo o exército atacante. O anti-cristo e o falso profeta, serão lançados vivos no Lago de Fogo e Enxofre, e Satanás, o dragão, ficará peso por mil anos. Após mil anos de paz, sob o governo de Cristo, Satanás será solto novamente, por um pouco de tempo, e então, começara uma campanha mundial para a formação de um grupo de nações para guerrearem contra o povo de Deus (Israel). A palavra profética descreve detalhes, como acontecerá esta guerra e quais as consequências para as nações envolvidas (Ez 38,39). Satanás, persuadirá o chefe de Gogue, isto é, do Norte, e Magogue, que são as terras do Norte. Não serão todas as nações da terra, porém serão tão numerosos como a areia do mar, pois haverá uma coligação de nações e povo (Ap 20.8). Deus pelejará por Israel, não chegando a ter batalha física entre moradores da Cidade Santa e os exércitos de Satanás (20.9). Deus trará os inimigos para o Monte de Israel e os destruirá com fogo do céu. Satanás, então, finalmente, será lançado no Lago que Arde em Fogo e Enxofre, onde será “atormentado” para todo o sempre (Ap 20.20). desta maneira, os que nasceram durante o milênio terão a oportunidade de escolher: Obedecer a Deus ou ao diabo (Ap 20.7,8). A finalidade desta curta liberdade de Satanás sera:

  • Provar os que nasceram durante o milênio

  • Revelar que o coração humano não convertido continua inalterável, mesmo sob o reino pessoal do Filho de Deus.

  • Demonstrar pela última quão pecaminosa é a natureza humana.

  • Demonstrar que Satanás é totalmente incorrigível.
IV. O JULGAMENTO DO GRANDE TRONO BRANCO.
Após a vitória de Deus sobre o diabo, terá incio o que a Bíblia chama de O Julgamento do Grande Trono Branco, onde as pessoas de todas as raças, línguas, povos e nações, grande e pequenos, comparecerão perante o Deus Criador. O julgamento final é a sessão judicial que terá lugar na consumação de todas as coisas temporais que, conduzido pelo Todo Poderoso, retribuirá a cada criatura moral  o que esta tiver cometido através do corpo durante sua vida terrena. Embora seja o julgamento final tratado, implicitamente, do primeiro ao último livro do AT, foi o profeta Daniel que discorreu, de forma mais sucinta acerca desta ato que haverá de realçar a supremacia e a singularidade da justiça divina (Dn 12.1-3). no Sermão do Monte, o Senhor Jesus deixou bem claro que o julgamento final não é mera hipótese, porém, uma realidade (Mt 25.31-41). Tem o julgamento final vários objetivos  conforme nos revela a Bíblia:

  • Mostrar que a justiça de Deus deve ser observada e acatada por todos (Gn 18.25).

  • Punir os que rejeitaram a Cristo e sua tão grande salvação (Ap 20.15; Mt 25.41).

  • Destruir a personificação do mal (1Co 6.3; Ap 20.10-12)
Se os falhos e imperfeitos julgamentos humanos tem os seus fundamentos, o que não diremos do julgamento final que será efetuado pelo altíssimo Deus:

  • A natureza Justa e Santa de Deus – Deus é amor, porém possui uma natureza santa e justa. Todas as vezes que sua santidade é ferida, sua justiça reclama, de imediato, uma reparação. Por conseguinte, estes atributos de Deus, a justiça e a santidade acham-se a fundamentar o julgamento final. Rm 2.5-10.

  • A Palavra de Deus – Os que hoje a desprezam, serão por ela julgados. Jo 12.48

  • A Consciência das Criaturas Morais – A consciência, embora falha, não deixa de ser um dos fundamentos do julgamento final. Rm 2.15; Ap 20.12.
1. O JULGAMENTO FINAL. Jo 3.18.
Os anjos caídos, tantos os livres que trabalham para Satanás, quanto os aprisionados “para juízo do grande dia” (Jd 6), serão julgados agora, juntamente com o diabo, a quem acompanharam, obedeceram e serviram (Mt 8.29; Lc 8.31; 2Pe 2.4). A Igreja certamente estará associada neste juízo, pois travou renhido combate contra o diabo e suas hostes (1Co 6.3). Este evento marcará o ponto final da liberdade de ação do diabo, dos anjos caídos e dos demônios (Mt 25.41). Nesta ocasião, os ímpios falecidos de todas as épocas ressuscitarão com seus corpos literais e imortais, porém carregados de pecados. Este julgamento é para a multiplicação das sentenças. O fato de Apocalipse enfatizar “grande e pequenos” (20.12) tem a ver com a importância, posição, prestígio ou influência, nada tendo a ver com a idade. A presença do “Livro da Vida” nesta ocasião, certamente será para mostrar que aos que estão sendo julgados, que seus nomes não se encontram nele (Mt 7.22,23). 


2. O ETERNO E PERFEITO ESTADO.
Aqui finda o tempo da história humana e começa o “Dia Eterno”. A Santa Cidade, a Jerusalém Celestial baixará de vez sobre a terra (Ap 21.2). A Igreja, em estado de glória e felicidade eterna, governará a terra sob Cristo (Dn 7.18,28). Os salvos oriundos do milênio, viverão na terra, mediante a arvore da vida, não mediante a ressurreição, nem porque passaram do estado mortal para o imortal. Jesus em sua forma humana pessoal, a qual jamais deixará, estará eternamente associado ao Pai na regência do universo (2Sm 7.13,15). Em suma, será uma estado perfeito. 


3. A CIDADE SANTA. Ap 21.1.
O novo céu e a nova terra não resultarão de nenhuma catástrofe não registrada na Bíblia, pelo contrário, são resultantes do processo de redenção e do reinado de Cristo. Uma vez consumada a purificação final da terra e o Julgamento, a redenção estará então completa. Por mil anos Cristo e os santos estarão trabalhando na tarefa de reconstrução de todas as coisas. O resultado é visto aqui: 








O MAR JÁ NÃO EXISTE. Isto não significa que não haverá mar, e sim que a terra e as águas estarão mais bem regularmente divididas. 








O NOVO CÉU. A única característica do novo céu, visto aqui é a Cidade Santa. 








A NOVA TERRA. Esta passagem sugere que a Cidade Santa permanecerá acima da Jerusalém terrena, e lhe servirá de luz, de forma a haver um local sobre a terra onde nunca haverá trevas.

  • ORIGEM: Descia do céu, da parte de Deus

  • LOCALIZAÇÃO: Próximo a terra, mas não farão parte dela. As nações andarão sob a luz da Nova Jerusalém.

  • DIMENSÕES: 12.000 estádios (cerca de 2.260 Km)

  • ILUMINAÇÃO: A Glória de Deus será a sua luz – Is 24.25

  • TEMPLO: Deus

  • MUROS: Muralhas altas 144 côvados (+/- 80 m)

  • PORTÕES: Não se fecharão, pois não haverá noite.

  • MORADORES: Todos os que tiverem os seus nomes escritos no Livro da Vida.
A Nova Jerusalém, a capital dos remidos, será a capital do universo, porquanto o trono de Deus estará ali. Seus cidadãos serão todos reis e sacerdotes, eles dispensarão ao mundo o beneficio da água da vida e das folhas da árvore da vida, que servem para a cura das nações. As pessoas da terra poderão viver para sempre se tiverem acesso a árvore da vida, mas ela nunca mais será plantada na terra, as nações dependerão da Cidade Santa para receber seus benefícios (Ap 21.26). o povo receberá da Cidade Santa não apenas as bençãos espirituais, mas também as materiais. A nova Jerusalém exercerá uma supervisão real e sacerdotal sobre as atividades da terra. “As nações andarão a sua luz".

BIBLIOGRAFIAS:
Maturidade Cristã – CPAD - Out. 1989
Manual da Escola Bíblica Dominical – Antônio Gilberto - CPAD
www.vivos.com.br
O Homem, corpo, alma e espírito – Severino Pedro da Silva – CPAD.
(Rev. Augustus Nicodemus Lopes - www.cacp.org.br)




PREPARANDO-SE PARA O SERMÃO

SALA DE ESTUDO Antes de começarmos a desvendar todos os mistérios concernente o preparo do sermão propriamente dito, será de ...