domingo, 6 de novembro de 2016

A REFORMA PROTESTANTE

"A REFORMA PROTESTANTE"
Rm 1.17 Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá da fé.

INTRODUÇÃO: Estamos no ano de 1521, o dia, 21 de janeiro, mais precisamente na cidade de Worms na Alemanha. É noite, mas uma noite diferente das muitas noites que já foram vividas naquela cidade alemã. É possível percebermos uma movimentação diferente, há um número muito grande de pessoas que chegando a todo momento na cidade, são homens que possuem  influência  em especial no Catolicismo romano, e na política.

Derrepente...  Uma carruagem vem se aproximando no trote lento do seu cavalo que vai colocando-a em movimento, e  direcionando-a a entrada da cidade.  Um homem se coloca de pé na carruagem...  Como se a tudo estivesse observando...

Mas espere...  Não é um homem qualquer, trata-se do Dr. Martinho Lutero. Não é difícil reconhecê-lo, afinal, não se fala de outra coisa senão dos últimos acontecimentos que envolvem a vida deste destacado servo de Deus. Lutero, podemos chamá-lo assim, se coloca de pé na carruagem, e segue observando todos os detalhes dos altos muros e das enormes Torres do Castelo de Winttenberg. Este servo de Deus sabia que Satanás seria o seu grande inimigo ali naquela cidade, mas também sabia que o Senhor Jesus, seria, também ali, o seu grande defensor.

Derrepente, um hino começa a ecoar dos lábios daquele jovem pregador... Um belo hino, de sua própria autoria, que parafraseava as palavras de um conhecido texto da Bíblia, o Salmo 46 cujo tema é: Confiança em Deus. Era tudo o que o jovem pregador precisava naqueles momentos... Castelo forte é o nosso Deus, espada e bom escudo. Com Seu poder defende os seus, Em todo trans agudo... 

Salmos 46:1-11 - 1. Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. 2. Pelo que não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se projetem para o meio dos mares; 3. ainda que as águas rujam e espumem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza. 4. Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus, o lugar santo das moradas do Altíssimo...

PARTE II
Para entendermos de fato os detalhes do movimento que ficou conhecido como Reforma Protestante será preciso voltarmos um pouquinho mais na história...

Lembram da máquina do tempo que nos conduziu  semana passada, há dez anos ao passado? Pois bem, nossa viagem hoje deverá ser um pouco mais longa. Precisaremos voltar algo em torno de cinco séculos de história. Só assim poderemos conhecer de perto alguns acontecimentos importantes deste movimento religioso iniciado por aquele que começou como um simples monge agostiniano, Martinho Lutero é o se nome.

I. O INÍCIO DE TUDO.
Começamos nossa viajem no ano de 1483, dia 10 de Novembro para ser bem exato. Estamos em um estado       alemão da Saxônia, Eislebem. Passaram exatos 68 anos desde que um dos mais famosos precursores da Reforma chamado João Hus, foi Sentenciado e morto por ordem do papa. No momento da sua execução, João Huss disse em alto e bom som: “podem matar o ganso, mas daqui a cem anos surgirá um cisne que não poderão queimar”.

1.NASCE MARTINHO LUTERO.
É Neste cenário histórico que nasce Martinus Luter (Martin Luther), filho de Hans Luther e Margarethe Lindeman. Pouco se sabe de sua infância. Foram tempos bem difíceis, pois tanto seu pai quanto sua mãe  sempre foram muito intolerantes para com o filho.

Aos dezessete anos, em 1501, Lutero ingressou na Faculdade de Erfurt, onde tocava alaúde e recebeu o apelido de "Filosofo". O Jovem Lutero graduou-se em bacharel em 1502 e concluiu o mestrado em 1505, sendo   o segundo entre dezessete candidatos.

Ainda estamos em 1505, e o jovem bacharel e mestre Martinho Lutero, atendendo uma vontade paterna, se inscreve na escola de direito  da mesma faculdade. Mas um dia, voltando de uma visita que fizera aos seus pais, no caminho, uma tempestade com  descargas elétricas faz com que um raio caia bem próximo dele o deixando aterrorizado: "Ajuda-me, Sant'Ana! Eu me tornarei monge!" foi o grito de socorro do inexperiente "mestre". 

2. LUTERO E A VIDA MONÁSTICA.
Sobrevivido aos raios, e a contra gosto de seu pai, Lutero deixa a Faculdade, vende seus livros, e entra para a ordem dos Agostinianos, de Frankfurt, em 17 de Julho de 1505. Lutero agora é apenas um monge.

NO entanto, apesar de todo desconforto e penitência em que fora exposto, Lutero foi um monge de vida exemplar. Aplicava-se a pratica de prolongados tempos de jejum, esmola vá e chegou em uma ocasião dormir, sem nenhum agasalho na friagem da neve alemã. Lutero foi socorrido pela manhã em estado de quase morte...

Quanto mais Lutero tentava alcançar Deus de acordo com os ritos da Igreja Medieval, mais distante ele se sentia. Até que Lutero encontra um amigo: Johann Von Stauptouioz, ou simplesmente "Staupitz". O seu superior na Ordem. Staupitz lhe fez entender a grandeza da misericórdia de Deus. "Em vez de torturar-te por causa do pecado, lança-te nos braços do Redentor. Confia nele, na justiça de Sua morte... O Filho de Deus... se fez homem para dar-te a certeza do favor divino... Ama Aquele que primeiro te amou".

Staupitz, para ajudar Lutero a sair das suas excessivas reflexões condenatórias, ordena ao monge uma Carreira acadêmica. E em 1507, Lutero é ordenado Sacerdote. Em 1508 começou a lecionar na Universidade de Winttenberg, onde recebeu seu bacharelado em Estudos Bíblicos em 19 de março de 1508.

3. FINALMENTE ROMA...
No verão de 1511, a negócio de sua Ordem, Lutero fez finalmente uma visita a Roma. Depois de quatro semanas de caminhada, chegou a porta de tão sonhada cidade, se coloca de joelhos e brada:  "SANTA ROMA, EU TE SAÚDO"

Em Roma Lutero rezou em muitas igrejas e visitou lugares sagrados dos santos mártires. Viu muitas relíquias e ouviu muitas histórias dos poderes milagreiros. Para livrar o seu pai do Purgatório subiu de joelhos a Scala Sancta, escadaria que se dizia trazida da casa de Pilatos; em cada degrau recitava o “Pai Nosso”. Antes de chegar ao topo surgiu-lhe uma pergunta: “Quem sabe se tudo isto é verdade?” Lutero, decepcionado  com tudo o que vê em Roma se escandaliza, mas volta ao mosteiro e ao seu ensino. Mais tarde deixa registrada as seguintes palavras: "Ninguém pode imaginar que pecados e ações infames se cometem em Roma... Por isso costumam dizer: Se há inferno, Roma está construída sobre ele".

19 de outubro de 1512. Neste Dia Lutero é graduado em Doutor em Teologia. Em 21 de outubro, é recebido no senado da Faculdade Teológica com o título de "Doutor em Bíblia". E em 1515, é nomeado vigário de sua ordem tendo sob sua autoridade onze monastérios.

II. AS INDULGÊNCIAS
Jd 1.3,4 Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos. Porque se introduziram alguns, que já antes estavam escritos para este mesmo juízo, homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de Deus, e negam a Deus, único dominador e Senhor nosso; Jesus Cristo.
Chegamos ao ano de 1516. Estamos agora em uma localidade próxima a Winttenberg, onde mora Lutero.  Podemos ver ao longe a Igreja de Santa Maria, onde ele costumava pregar, vemos também a igreja do Castelo, chamada de "Todos os Santos".  Mas esperem mais um pouco, na mesma cidade aparece um frade dominicano alemão, seu nome Johann Tetzel. Ele foi enviado pelo arcebispo de Mongúncia com uma missão: Vender Indulgências emitidas pelo papa.

Indulgências era uma espécie de documento que, apresentado como favores divinos, concedidos aos homens, mediante os méritos do papa, perdoava os pecados. As indulgências eram adquiridas em troca de dinheiro que, conforme os que os vendiam, seria usado na construção da Basílica de São Pedro, em Roma. Diziam eles: “Ao tilintar da moeda no fundo do cofre, uma alma e livre do purgatório”. 

Tt 1.11 Aos quais convém tapar a boca; homens que transtornam casas inteiras ensinando o que não convém, por torpe ganância. Ao entrar em uma cidade, este pretensioso e blasfemo chamado Tetzel, era recebido pelo povo como a se fosse o próprio Deus. Um mensageiro vinha adiante dele, anunciando: "A graça de Deus e do santo padre está as vossas portas!”.

Tetzel subia ao púlpito, e como um verdadeiro artista, exaltava as indulgências como se fosse o mais precioso dom de Deus. Ele declarava que em virtude dos "certificados de perdão", todos os pecados, inclusive os que mais tarde o comprador quisesse cometer ser-lhe-iam perdoados, e que "mesmo o arrependimento não seria necessário". Tetzel assegura aos ouvintes que as indulgências tinham poder de salvar inclusive os mortos; no exato momento que o dinheiro tinia de encontro ao fundo de sua caixa, a alma em cujo favor era pago escaparia do purgatório, ingressando no céu. 

1. A REAÇÃO DE LUTERO.
3Jo 1.11 Amado, não sigas o mal, mas o bem. Quem faz o bem é de Deus; mas quem faz o mal não tem visto a Deus.
Lutero não era mais um simples monge. O conhecimento da verdade adquirida por ele, já o tornava capaz de julgar os méritos da venda das tais indulgências papais. E Lutero via esse fato como um verdadeiro assalto aos poucos recursos do povo e completo desrespeito ao futuro eterno do povo alemão.

Diante de tal encenação, Lutero não se contém e enche-se de horror. Muitos de sua congregação  compraram tais "certidões de perdão” e iam a ele para confessar seus pecados esperando receber a absolvição, não por estarem arrependidos, mas pelos fundamentos das indulgências. Como era de se esperar, Lutero se recusa, advertindo-os que sem arrependimento e mudança de vida pereceriam em seus pecados. 

2. AS 95 TESES DE LUTERO.
Até que finalmente amanhece o dia em 31 de outubro de 1517, véspera do Dia de Todos os Santos, quando grande multidão comparecia a igreja do castelo na cidade de Winttenberg, Lutero havia afixado na porta da catedral, 95 teses, denunciando o abuso gritante da venda das indulgências papais. Esse método era o mais comum de se denunciar uma disputa nos meios universitários da época, e não havia nada de dramático no ato. Lutero cria que receberia apoio dos papas ao revelar os males da venda das indulgências.

No entanto, Estas teses espalharam-se por toda a Alemanha, e em breve semanas já repercutiam por toda a Europa. Muitos dedicados romanistas leram as proposições com grande regozijo, reconhecendo nelas a voz de Deus.

Inicialmente o PAPÁ até achou graça nas teses de Lutero, dizendo: “Um alemão embriagado escrevera as teses, quando estiver sóbrio mudará de opinião" Mas não tardou para que ele mesmo tivesse que mudar de ideia e começasse a agir contra Lutero, o“monge rebelde”.

3. A EXCOMUNHÃO DE LUTERO.
Tt 1.7,10 Porque convém que o bispo seja irrepreensível, como despenseiro da casa de Deus. Não soberbo, nem iracundo, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância; Porque há muitos desordenados, faladores, vãos e enganadores...
A primeira atitude do papa Leão X foi ordenar em 1518 que o Professor em Teologia Dominicano Silvestre Mazzolino investigasse o assunto, e este não demorou em denunciar Lutero como alguém que opós-se de maneira implícita a autoridade do Sumo Pontífice,  discordando da sua bula. Lutero é declarado hereje e apóstata.

O Papa envia uma intimação exigindo imediatamente o comparecimento de Lutero  em Roma para retratação. Mas, percebendo o perigo que se desenhava, o eleitor da Saxônia, admirador  da capacidade do ilustre professor de sua Universidade,  resolve protegê-lo, não permitindo sua viajem a Roma. Ele ordena que o caso fosse resolvido na Alemanha. Decisão que a contragosto teve de ser a atada pelo Papa.

Na cidade, Leipzig na Alemanha, Seguiram-se as conferências dos enviados do papa contra Lutero.  Mas nada puderam fazer.  Lutero estava firme em suas opiniões quanto a sua nova fé. Em debate Lutero declarou que o papa não possuía autoridade divina e que os concílios eclesiásticos não eram infalíveis. Tais declarações marcaram finalmente o rompimento de Lutero com a Igreja Romana.

III. LUTERO, O GRANDE LÍDER DA REFORMA.
Lutero agora estava no centro da batalha. Ele mesmo começava a ver a sua causa como redenção nacional. Sua doutrina de salvação e justificação pela fé estava produzindo efeitos inimagináveis.  Em 1520 Lutero finalmente revela-se como o grande líder nacional, ao escrever o livro:
“A Nobreza Cristã da Nação Alemã”.
Neste livro Lutero proclama a queda da muralha romanista atrás da qual o papa havia CONSTRUÍDO todo o seu poder.

Logo após, Lutero escreveu outros dois livros:
“Cativeiro Babilônico da Igreja”
“Sobre a Liberdade Cristã”.

Enquanto os livros eram publicados, na Alemanha era publicada a bula de excomunhão de Lutero, coisa que ele já esperava. A bula obrigava Lutero e os simpatizantes da sua causa, a retratarem-se de suas “heresias” dentro de 60 dias, e ainda determinava que caso não o fizessem seriam tratados como hereges, isto é, presos e condenados à morte.

Pelas autoridades da igreja foi ordenada ao povo que queimasse todos os livros de Lutero, ação que foi posta em prática imediatamente pelos legados do papa. Lutero no entanto respondeu com as mesmas atitudes, queimando publicamente todos livros que continham os decretos do papa.

1. LUTERO E A DIETA IMPERIAL EM WORMS.
Em janeiro de 1521, finalmente o papa publicou a terrível sentença na qual excomungava Lutero condenando-o a todas as penalidades consequentes as suas heresias.

Mas, para que essa bula tivesse efeito legal, dependia das autoridades civis levarem Lutero à morte. O que forçava o caso a ter de ir a Dieta Imperial que deveria se reunir naquele mesmo ano, em Worms. Esta seria a primeira Dieta do governo do Imperador Carlos V, que sofria forte pressão do papa para condenar Lutero à morte.

Citado a comparecer a Dieta, certo de que marchava para a morte, Lutero não teve medo. Seus amigos chegaram a tentar impedi-lo de ir a Worms, pois o caso João Huss continuava bem vivo em suas lembranças. Mas em resposta a todos que se esforçavam por dissuadi-lo, Lutero, fiel a sua chamada de Deus, responde: “ainda que haja em Worms tantos demônios quanto sejam as telhas nos telhados, confiando em Deus, eu aí entrarei”. Depois de dar ordens acerca da continuação do trabalho, caso ele não voltasse mais, Lutero partiu resoluto...

2. LUTERO PERANTE O IMPERADOR.
Durante a sua viagem a Worms, o povo afluiu em massa para ver o grande homem que desafiava a autoridade do papa. Lutero pregou ao ar livre, porque as igrejas não mais comportavam as grandes multidões que queriam ouvir seus sermões. Finalmente chegamos à 21 de Janeiro de 1521, onde ao avistar as torres dos castelos e as igrejas de Worms, Lutero levanta-se na carruagem em que viajava e canta o seu hino preferido, o mais famoso da reforma “CASTELO FORTE” (323CC). Ao entrar na cidade foi acompanhado por uma grande multidão.

No dia seguinte, dia 22 de Janeiro, Lutero é levado perante Imperador Carlos V, ao lado do qual se achavam o delegado do papa, seis eleitores do Império, vinte e cinco duques, oito margraves, trinta cardeais e bispos, sete embaixadores, os deputados de dez cidades e grande número de príncipes, condes e barões.  Sabendo que tinha de comparecer perante uma das mais imponentes assembleias de autoridades religiosas e civis de todos os tempos, Lutero passou a noite anterior em oração e vigília. Prostrado com o rosto em terra lutou com Deus, chorando e suplicando:

“Oh Deus Todo Poderoso! A carne é fraca, o diabo é forte! Ah, Deus, meu Deus! Que perto de mim estejas contra a razão e a sabedoria do mundo. Fá-lo, pois somente Tu o podes fazer. Não é a minha causa, mas sim é a Tua. Que tenho eu com os grandes da terra? É a Tua causa Senhor, a Tua justa e eterna causa. Salva-me, oh Deus fiel! Somente em Ti confio, oh Deus! Meu Deus...vem, estou pronto a dar, como um cordeiro,a minha vida. O mundo não conseguirá prender a minha consciência ainda que esteja cheio de demônios; e se o meu corpo tem de ser destruído, a minha alma te pertence, e estará contigo eternamente".

Conta-se que na ocasião de Lutero transpor a porta para comparecer perante a Dieta, o veterano general Greudsburg, colocou a mão no ombro do Reformador e disse-lhe: “Pequeno monge, vais a um encontro diferente, do qual eu, ou qualquer outro jamais experimentamos mesmo nas nossas conquistas mais Ensanguentadas. Contudo, se a causa é justa, e sabes que o é, avança em nome de Deus, e não temas nada. Deus não te abandonará ”.

Quando o porta-voz do papa exigiu que Lutero se retratasse perante assembleia, respondeu o Reformador: “Se não me refutardes pelo testemunho das Escrituras ou por argumentos - desde que não creio somente nos papas e nos concílios, sendo evidente que já muitas vezes se enganaram e se contradisseram uns aos outros – a minha consciência tem de ficar submissa a Palavra de Deus. Não posso retratar-me, nem retratarei de qualquer coisa, desde que não é justo, nem seguro, agir contra a consciência. Deus me ajude. Amém.”

A sentença de morte contra Lutero teria de ser cumprido rapidamente, o que não aconteceu porque o príncipe da Saxônia, simulou um sequestro, enquanto Lutero voltava para Winttenberg, levou-o, alta noite, ao castelo de Wartburgo. No castelo, Lutero passou muitos meses, disfarçado tomou como nome “Cavaleiro Jorge”, e o mundo o consideravam morto.

Contudo, no seu retiro, livre dos inimigos, pela grande quantidade de literatura, que saíra da sua pena, de fato, logo o mundo soube que Lutero vivia.

Profundo conhecedor do grego e do hebraico, traduziu o N.T. para a língua do seu povo, em apenas três meses. Poucos meses depois a obra estava impressa e nas mãos do povo. Contudo, a maior obra de toda a sua vida, sem dúvida, fora a de dar ao povo alemão a Bíblia na sua própria língua.

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